terça-feira, 5 de outubro de 2010

TESTEMUNHO EM JUDÉIA E SAMARIA

Texto Básico: Atos 8 – 12

1. Perseguição: desafio e oportunidade:
a. Desafio: preservar a igreja de Jerusalém
b. Morte de Estevão: a lei permitia sepultamento de condenados, mas proibia lamentação; alguns cristãos piedosos o sepultaram e lamentaram sua morte;
c. Perseguição maciça: provavelmente contra judeus helenistas, porque há evidências de que a igreja de Jerusalém continuou existindo.
d. Oportunidade: expansão do evangelho; os perseguidores não atacaram os apóstolos talvez porque temessem o poder deles;
e. Dispersos: os perseguidos se espalharam por toda parte da Judéia, Samaria, Fenícia, Chipre e Antioquia (At 8.4; ver 11.19). Eles haviam perdido tudo e saíram pregando a palavra, estimulados pelo exemplo de Estêvão;
f. Saulo: tortura, açoites, prisão, morte de cristãos (Atos 22.4,19; 26.10,11);

2. O Evangelho chega à Judéia e Samaria (Atos 8.1):
a. Filipe: um dos diáconos, de boa reputação, cheio do Espírito Santo e de sabedoria, helenista (nascido e criado fora da Palestina), foi o instrumento de Deus para alcançar os samaritanos.
b. Simão: mago ou feiticeiro, possuidor de segredos ocultos, reconheceu que os milagres feitos por Filipe eram autênticos;
c. Pedro e João: a visita a Samaria demonstra autenticidade da evangelização, aprovação da conversão dos samaritanos e aceitação deles na igreja de Deus;
d. Aldeias: Pedro e João evangelizam várias aldeias de samaritanos;

3. O Evangelho a caminho da Etiópia:
a. Filipe: disponibilidade para obedecer a Deus; saiu de um ministério promissor em Samaria para ir a uma estrada deserta;
b. Eunuco: alto oficial do tesouro da Rainha Candace da Etiópia, convertido ao judaísmo; mesmo não tendo autorização para entrar no templo, por ser gentio e eunuco, havia viajado centenas de quilômetros para adorar em Jerusalém.
c. Conversão: a fé vem pela pregação da palavra de Cristo (Rm 10.17);

4. O Evangelho em Lida e Jope:
a. As aldeias de Lida e Sarona ficavam a cerca de 40 km a noroeste de Jerusalém.
b. Enéias (grego): estava paralítico há 8 anos foi curado; muitas conversões;
c. Jope: cidade litorânea e porto importante;
d. Tabita (Dorcas): obras de misericórdia;

5. O Evangelho em Cesaréia:
a. Cesaréia: sede do governo romano na Palestina; centurião era comandante de 100 soldados; corte era um regimento de 600 a 1000 soldados; (50 km de Jope);
b. Visão do gentio: buscar Pedro para anunciar o evangelho;
c. Visão de Pedro: animais puros (patas divididas e ruminar);
d. Conversão: Cornélio envergonha a muitos cristãos, porque, antes de se converter era melhor do que alguns crentes; o centurião romano ajoelhou-se diante de um simples judeu;
e. Crise na Igreja de Jerusalém: Pedro presta conta ao colégio de apóstolos; ele não ficou surpreso nem ofendido;

6. O Evangelho em Antioquia:
a. Antioquia: era a 3ª maior cidade do mundo (depois de Roma e Alexandria), fundada por Nicanor Seleuco, em homenagem a seu pai Antíoco; na época era um centro político e comercial, com mais de 500 mil pessoas;
b. Religião: era sede do templo à deusa Dafne, ninfa perseguida pelo deus Apolo; culto envolvia pornografia e imoralidade;
c. Igreja: pela primeira vez, judeus e gentios congregavam juntos, adoravam ao mesmo Deus;
d. Cristãos: “aqueles que pertencem a Cristo”; (“não sois de vós mesmos” 1 Co 6.19). Pedro: “Mas, se sofrer como cristão, não se envergonhe disso; antes, glorifique a Deus com esse nome” (1 Pe 4:16).
e. Barnabé: judeu helenista, natural de Chipre, foi designado pelos apóstolos para cuidar da igreja de Antioquia;
f. Paulo: 7 anos em Tarso, distante 160 km de Antioquia;
g. Profetas: Ágabo predisse a fome que ocorreu nos anos 45-47 d.C. nos dias do imperador Cláudio;

7. Nova perseguição em Jerusalém:
a. Herodes Agripa I (37-44 d.C.): neto de Herodes, o Grande, filho de Aristóbulo e sobrinho de Herodes Antipas; ele é pai de Drusila (esposa de Félix – Atos 24.24); Herodes Agripa II (Atos 25) e Berenice (Atos 25.13); ele agrega a Judéia, Samaria, Galiléia e Iduméia e governa sobre toda a Palestina;
b. Perseguição: para agradar os judeus, persegue a igreja e ataca os apóstolos;
c. Morte de Tiago: é preso e morto à espada;
d. Prisão de Pedro: quatro escoltas de 4 soldados, sendo 2 deles algemados a Pedro; Herodes pretendia matá-lo após a festa da Páscoa;
e. Livramento: o desaparecimento de Pedro foi um golpe nas intenções de Agripa I. os guardas foram torturados mas não tinham outra explicação a não ser que Pedro havia desaparecido. Como Agripa não podia admitir o milagre, ele preferiu executar os guardas.
f. Morte: Herodes Agripa I morre em agonia, aos 54 anos e 7 de reinado, no auge de sua auto-glorificação; vestido de túnica de prata e resplandecente. Com ele acabou a glória dos Herodes e o governo volta aos procuradores romanos.
g. Crescimento: a igreja prospera e a palavra é anunciada em todos os lugares (Mt 16: as portas do inferno não prevalecem contra a igreja de Cristo).

TESTEMUNHAS NOS CONFINS DA TERRA 1ª VIAGEM MISSIONÁRIA


Texto Básico: Atos 13 – 15
1. Igreja de Antioquia:
a. Vanguarda: primeira comunidade de judeus e gentios; primeira congregação a enviar ajuda benevolente a uma outra congregação e primeira a ter uma visão mundial das almas.
b. Líderes: Barnabé; Simeão Niger, Lúcio Cirineu, Menaém (irmão adotivo de Herodes, o Grande); oriundos de locais, sociedades e raças diferentes;

2. Comissão do Espírito Santo:
a. Barnabé e Saulo: “Separai-me agora ...” Deus chama pessoas ocupadas;
b. Chamado: “obra a que os tenho chamado” – qual era a visão?
i. Barnabé havia sido incumbido da pregação pelos irmãos de Jerusalém;
ii. Saulo: incumbido para pregar o evangelho 10 anos antes (26.12-18)
c. Visão: o texto não especifica o roteiro nem outros detalhes; a obra de Deus não prescinde da participação e iniciativa humanas;

3. 1ª Viagem missionária:
a. Equipe: Paulo, Barnabé e João Marcos (este até Chipre)
b. Estratégia: pregação aos judeus e a gentios piedosos;
c. Duração: cerca de 2 anos, de 46-48 d.C.;

4. Cidades e principais eventos:
a. Roteiro de ida:

CIDADE
EVENTOS
de Antioquia Síria ao
Porto Selêucia (25 km)


- Ponto de partida: ilha de Chipre, terra de Barnabé, a chamada “Ilha Feliz” – rica e bela;
de Selêucia aà
Salamina (100 km)
- Atravessam a ilha de Salamina a Pafos, pregando nas sinagogas (130 km);
- Não menciona a resposta das pessoas ao evangelho;


em Pafos (capital da província)
- Evangelização do procônsul Sérgio Paulo;
- Oposição do mágico judeu Barjesus (ou Elimas, ou Filho de Jesus): a derrota das trevas;


de Pafos à Atalia
- 240 km de navegação


de Atalia à
Perge, capital da Panfília (10 Kmà)
- Mudanças na equipe:
- Deserção de João: volta para Jerusalém;
- Paulo assume a liderança da equipe;
de Perge aà Antioquia da Pisídia, cidade principal da Galácia (160 Kmà, 1000 m altitude)
- Dificuldades: caminho difícil e perigoso (2 Co 11.26); enfermidade física (Gl 4.13); povo depravado e hostil;
- Pregação na sinagoga: sermão de Paulo;
- “afluiu quase toda a cidade”: propagação da fé;
- duas reações: conversão de judeus e prosélitos e perseguição e expulsão da cidade;
- Paulo e Barnabé sacudiram o pó dos pés;


de Antioquia à Icônio (140 km à)
- Centro agrícola e cruzamento de rotas;
- Pregação na sinagoga;
- Operação de sinais e prodígios; muitos crêem;
- Perseguição de judeus;
- ameaça de apedrejamento;
- Fuga para Listra (Mt 10.23: perseguição e fuga);


de Icônio à Listra (30 Kmà)
- Não havia sinagoga: pregação ao ar livre;
- Cura do paralítico de nascença;
- Idolatria: Júpiter (Zeus) e Mercúrio (Hermes);
- Público pagão: pregar a partir da compreensão;
- Perseguição de judeus de outras cidades;
- Paulo é apedrejado e gravemente ferido (2 Co 11.23; Gl 6.17 – marcas; 2 Tm 3.11);


de Listra à Derbe (100 kmà)
- Pregação do evangelho; muitas conversões;
- Poderiam ter tomado o caminho mais curto de volta;

b. Roteiro de volta:

CIDADE
EVENTOS
Listra
- Ministério de fortalecer os novos crentes;
- Organização de igrejas;
- Eleição de presbíteros;


Icônio
Antioquia Pisídia
Perge
- Pregação do evangelho;


Atália
- Porto de volta para Antioquia;
Selêucia
- Porto de chegada;
Antioquia
- Apresentação do relatório à igreja;

5. Lições do apedrejamento em Listra:
a. Paulo não permitiu que os maus tratos o deixassem amargurado tanto quanto não permitiu que a adoração o deixasse orgulhoso;
b. Paulo enfrentou seus ofensores imediatamente.
c. Paulo confiou em seus irmãos; tinha um relacionamento íntimo com eles.
d. Paulo não desistiu da vida; continuou com o trabalho que Deus lhe dera.
e. Paulo não tentou reagir aos maus tratos com suas próprias forças, mas confiou em Deus.

6. Concílio de Jerusalém: abrir ou fechar a porta da fé?
a. Data: 49 d.C.
b. Conflito (15.1-3): questão judaizante – os novos crentes deviam obedecer a lei de Moisés ou não? As viagens missionárias estavam em cheque.
c. Favorável: Paulo apresenta relatório da viagem (14.20,21,23,27; 15.4);
d. Contrários (15.5): fariseus convertidos defendiam a obrigatoriedade de os gentios observarem a circuncisão e a lei de Moisés;
e. Argumento de Pedro(15.7-11): experiência na casa de Cornélio;
f. Argumento de Paulo (5.12): os gentios participam da igreja junto com judeus;
g. Conclusão de Tiago (15.13-21): os gentios não são obrigados a seguir a lei;
h. Recomendações (15.22-29): abster-se: da contaminação dos ídolos; das relações sexuais ilícitas; da carne de animais sufocados e do sangue.

domingo, 19 de setembro de 2010

Os Primeiros Dias da Igreja em Jerusalém(2.42—8.1a) A2

Texto devocional:

“... enchei-vos do Espírito; falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração; dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo; sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus.” (Ef 5.18-21)

1. O poder do nome de Jesus:

a. Curar em nome de Jesus

b. Pregar em nome de Jesus

c. Sofrer em nome de Jesus

2. O poder para testemunhar em Jerusalém:

a. Muitos sinais e prodígios (At 2.43; 5.12-16): confirmação do evangelho;

b. Cura do coxo de nascença no templo (Atos 3):

i. Horário: às 3 h da tarde;(Johannes H. Rottmann pg 109)

ii. Local: templo (2.46), porta Formosa, no pátio dos gentios, pórtico de Salomão (5.12);

;(Johannes H. Rottmann pg 110b – 114a)

iii. Coxo: mais de 40 anos (4.22); ele pedia esmola e não cura;

iv. Cura: habilidade para andar instantânea;

c. Pregação de Pedro:

i. Crucificação e ressurreição de Jesus, conforme as Escrituras;

ii. Nomes de Jesus: Servo de Deus (v.13); Santo e Justo (v.14);

iii. Pecado por ignorância x pecado deliberado: Lv 4 e 5; Nm 15.22-31

iv. Arrependimento e fé no evangelho, conforme as Escrituras;

v. Comparação do sermão de Atos 2 e Atos 3:

Atos 2.38

Atos 3.19

“Arrependei-vos

“Arrependei-vos

e cada um de vôos seja batizado em nome de Jesus Cristo

e convertei-vos

para remissão de vossos pecados

para que sejam cancelados os vossos pecados

e recebereis o dom do Espírito Santo.”

a fim de que, da presença do senhor, venham tempos de refrigério.”

vi. Bênçãos: cancelamento da dívida, tempos de refrigério e volta de Jesus;

vii. Restauração de todas as coisas: esperança messiânica 3.22;(Champlin pg 87)

viii. Profeta: citação de Moises em Dt 18.18 era bem conhecida naquele tempo;

3. Poder para suportar perseguições:

Paulo: “E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições.” (2 Timóteo 3.12)

Pedro: “Amados, não se surpreendam com o fogo que surge entre vocês para os provar, como se algo estranho se lhes estivesse acontecendo” (1 Pedro 4:12; NVI)

Jesus: “Antes, porém, de todas estas coisas, lançarão mão de vós e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, levando-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome; e isto vos acontecerá para que deis testemunho” (Lucas 21:12, 13).

a. Prisão de Pedro e João (Atos 4)

i. Sinédrio: constituído de sacerdotes, saduceus e escribas;

ii. Acusação: ensinavam o povo em nome de Jesus a respeito da ressurreição;

iii. Interroga os apóstolos: Com que poder? Em nome de quem?

Quem são vocês? ;(Johannes H. Rottmann pg 129 e 131a)

iv. Pedro invoca a autoridade superior de Deus para manter a pregação; ;(Johannes H. Rottmann pg 131)

v. Oração: privilégio de sofrer por amor a Cristo;

b. Prisão dos apóstolos (Atos 5):

i. Um anjo liberta os apóstolos do cárcere;

ii. Os apóstolos voltam a pregar no templo;

iii. Conselho de Gamaliel;

iv. Os apóstolos são açoitados e libertados;

c. A Escolha de Sete Diáconos (6.1-7) (Champlin 129)

d. Martírio de Estevão (Atos 7);

i. Longa exposição das Escrituras;

ii. Repreensão contra a incredulidade;

iii. Apresentação de Jesus como o Senhor;

e. Perseguição de cristãos (Atos 8.1-3): perseguição sistemática contra os seguidores de Cristo;

Análise de Atos A1

TESTEMUNHO EM JERUSALÉM – 1ª Parte
Texto devocional:
“[Jesus] é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina. E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”. (Atos 4.11,12, c/c 2 Pe 2.5-8)
1. Pentecoste: descida do Espírito Santo:
a. Festa: em hebraico Shavuot; derivada da palavra grega “cinqüenta” (7 semanas); também chamada de Primícias da colheita (Lv 23.15-25);
b. Significado: dia da promulgação do Evangelho e das primícias da colheita mundial da igreja;
c. Glorificação de Jesus: descida do Espírito Santo (Jo 7.39; 14.1626; 16:7-24);
d. Quando: 50 dias após a Páscoa e 10 dias após a ascensão de Jesus;
e. Onde: cenáculo em Jerusalém;
f. Quem: apóstolos, Maria e irmãos de Jesus e outros (cerca de 120 pessoas);
g. Como: som como de um vento impetuoso e línguas como de fogo pousou sobre cada um dos irmãos;
h. Efeitos na multidão: milhares de judeus e prosélitos de todo o mundo reunidos em Jerusalém para as festas (15 nações são mencionadas em At 2:9-11).
i. Admiração: falaram das grandezas de Deus em outras línguas (2.4; 11; língua materna 2.8; ver 10.46 e 19.6);
ii. Zombaria: pareciam bêbados (2.13).
2. Primícias da Igreja:
a. Sermão de Pedro: enfatiza o cumprimento das profecias: traição de Judas (1:16-20); Crucificação (3:18); Ressurreição 2:25-28; Ascensão de Jesus (2:33-35); vinda do Espírito Santo (2:17)
i. Introdução (Atos 2.14-21):
ii. Proclamação (Atos 22-36)
- Pedro afirmou que os milagres de Jesus mostraram que Deus o aprovou;
- Ele disse que Deus tinha entregue Jesus para ser crucificado. Mas o povo tinha culpa: Os judeus o crucificaram "por mãos de iníquos";
- Jesus foi ressuscitado pelo Pai (2:24). A ressurreição cumpriu a profecia feita por Davi 1.000 anos antes (2:25-31; veja Salmo 16:8-11), que Jesus morreria com confiança que o Pai o ressuscitaria;
- Pedro afirmou que Jesus foi ressuscitado e exaltado à destra do Pai (2:32-35)
- Na conclusão da sua mensagem, Pedro afirmou que o mesmo Jesus que foi crucificado pelos judeus foi ressuscitado e exaltado pelo Pai para ser Senhor e Cristo (2:36)
iii. Ordens (Atos 2.38)
- Arrependimento;
- Batismo;
- Receber o Espírito Santo;
b. Vida da Igreja (Atos 2-42-47):
i. Doutrina dos apóstolos: Jesus e a ressurreição;
ii. Comunhão e partir do pão de casa em casa;
iii. Orações;
iv. Amor e desprendimento para atender a situação presente;
v. Crescimento do número dos crentes: 3 mil batismos;
3. O poder para testemunhar em Jerusalém:
a. Cura do coxo de nascença no templo (Atos 3);
b. Pregação de Pedro:
i. Crucificação e ressurreição de Jesus, conforme as Escrituras;
ii. Arrependimento e fé no evangelho, conforme as Escrituras;
c. Muitos sinais e prodígios (Atos 5.12-16): confirmação da pregação do evangelho;
4. Perseguição:
a. Prisão de Pedro e João (Atos 4)
i. Sinédrio: proíbe a pregação em nome de Jesus;
ii. Pedro invoca a autoridade superior de Deus para manter a pregação;
iii. Oração: privilégio de sofrer por amor a Cristo;
b. Prisão dos apóstolos (Atos 5):
i. Um anjo liberta os apóstolos do cárcere;
ii. Os apóstolos voltam a pregar no templo;
iii. Conselho de Gamaliel;
iv. Os apóstolos são açoitados e libertados;
c. Martírio de Estevão (Atos 7);
i. Longa exposição das Escrituras;
ii. Repreensão contra a incredulidade;
iii. Apresentação de Jesus como o Senhor;
d. Perseguição de cristãos (Atos 8.1-3): perseguição sistemática contra os seguidores de Cristo;

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Motivo De oração.



Muitos irmãos sabem da nossa ida a Selva Peruana, pois bem, recebi um email falando do filho de um Pastor que trabalhou conosco que está com leucemia e os médicos já disseram não ter mais jeito. Bem, quero conclamar a Igreja do Senhor a Clamar a Deus por essa criança pelo seu milagre.Está é a foto do pastor com sua familia e ao lado de sua esposa o motivo de nosso clamor.compartilhem a todos em nome de Jesus.
Então, enquanto temos tempo, façamos o bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé. Gal 6:10

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Devocional 09/07/2010

A IGREJA.

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Pergunta: "Quais são alguns propósitos da Igreja?"

Resposta: Atos 2:42 pode ser considerado como a “frase-propósito” para a igreja: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.” Então, de acordo com esta Escritura, os propósitos ou atividades da igreja devem ser: (1) o ensino da doutrina bíblica, (2) providenciar um espaço de adoração para os crentes, (3) observar a Ceia do Senhor, e (4) oração.

A igreja deve ensinar a doutrina bíblica para que possamos ter os alicerces de nossa fé. Efésios 4:14 nos diz: “Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente.” A igreja deve ser um lugar de comunhão, onde os cristãos possam se devotar uns aos outros e honrar uns aos outros (Romanos 12:10), instruir uns aos outros (Romanos 15:14), ser benignos e misericordiosos uns com os outros (Efésios 4:32), encorajar uns aos outros (I Tessalaonicenses 5:11), e principalmente, amar uns aos outros (I João 3:11).

A igreja deve ser um lugar onde os crentes possam observar a Ceia do Senhor, lembrando-se da morte de Cristo e Seu sangue derramado em nosso favor (I Coríntios 11:23-26). O conceito de “partir o pão” (Atos 2:42) também carrega a idéia de refeições compartilhadas. Este é outro exemplo da igreja promovendo a comunhão. O propósito final da igreja, de acordo com Atos 2:42 é a oração. A igreja também deve ser um lugar que promova a oração, ensine a oração e pratique a oração. Filipenses 4:6-7 nos encoraja: “Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.”

Uma outra “comissão” (tarefa) dada à igreja é proclamar o Evangelho de salvação através de Jesus Cristo (Mateus 28:18-20; Atos 1:8). A igreja é chamada a ser fiel em compartilhar o Evangelho através de palavras e ações. A igreja deve ser um “farol” na comunidade: mostrando às pessoas o caminho para nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A igreja deve tanto promover o Evangelho quanto preparar seus membros para proclamar o Evangelho (I Pedro 3:15).

Tiago 1:27 nos dá alguns propósitos finais da igreja: “A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo.” A igreja deve ministrar àqueles que estão em necessidade. Isto inclui não somente compartilhar do Evangelho, mas também providenciar pelas necessidades físicas (comida, roupas, abrigo), quando necessário e apropriado. A igreja deve também equipar os crentes em Cristo com as ferramentas de que necessitam para vencer o pecado e permanecerem livres da contaminação do mundo. Isto é feito pelos princípios dados acima: ensino bíblico e comunhão cristã.

Então, tudo dito, qual o propósito da igreja? Gosto da ilustração em I Coríntios 12:12-27. A igreja é o “corpo” de Deus: somos Suas mãos, boca e pés neste mundo. Devemos fazer as coisas que Jesus Cristo faria se Ele estivesse aqui na terra, fisicamente. A igreja deve ser “cristã”: “como Cristo” e “seguidora de Cristo”.
Devocional 09/07/2010

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Com a palavra,os indígenas

As vozes que se levantam para defender o infanticídio como prática cultural aceitável geralmente não são vozes indígenas.


Os líderes indígenas de hoje têm consciência do caráter dinâmico das culturas. Eles não estão interessados em ficar parados no tempo nem confundem respeito à diversidade com tolerância universal. Eles estão preocupados em garantir a sobrevivência física e cultural de suas comunidades, enquanto querem, ao mesmo tempo, o diálogo inter-étnico. Estão abertos para implementar mudanças em suas comunidades, sempre que essas signifiquem melhorias na qualidade de vida e na dignidade dos povos indígenas. Muitos estão cansados de ouvir um discurso hipócrita de preservação cultural. Eles não querem essa preservação “folclórica”, feita a todo custo.

É o que pensa, por exemplo, o líder indígena Eli Ticuna. “Prefiro morrer do que me vender a ideologias de fora que prejudicam o bem-estar do meu povo. O índio é um ser pensante, não está morto ou estático no tempo. É ele o sujeito, arquiteto e responsável construtor de sua cultura. Toda cultura é dinâmica e está sujeita a constantes mudanças, como resposta às situações do presente. Pregar a importância da cultura indígena, somente na perspectiva estática, em desequilíbrio com a realidade dinâmica é prejudicial para a sobrevivência das sociedades indígenas. Faz-se necessário valorizar a pessoa do indígena, acima da cultura.”

Enilton André da Silva, professor da etnia Wapixana, deixa clara a opinião de que há certos valores em uma comunidade que devem ser reforçados, mas que há outros que devem ser substituídos. Ele acredita que a escola é o espaço ideal para esse diálogo. “Nossa ética nunca será ensinada, mas sim construída através de lutas e do convívio nas comunidades. Na escola, os valores tradicionais recebem tratamento pedagógico, reforçando ou substituindo os valores de uma comunidade (...)” (RCNEI, 1998:101,103)

Fonte:

Quebrando o silêncio

Um debate sobre o infanticídio nas comunidades indígenas do Brasil

Organizado por Márcia Suzuki

Atini - Voz pela vida, 2007 – p 10 e 11.

Reuniões do Ministério Banda Sete

As reunioes do projeto missionário estão acontecendo as sextas na Igreja Batista Humaitá, às 20:00h. Você, integrante do ministério, está intimado!